quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Clássicos Brasileiros: Maverick GT - Parte Final

[CONTINUAÇÃO] Mas o Maverick também tinha seus problemas. Um era o vidro traseiro bem inclinado, que tornava péssima a visibilidade para trás.

Engrenar as marchas nas reduções também não era muito simples. Servofreio? Nem pensar... Além disso, o carro costumava superaquecer. Era 1973 e o mundo entrava na primeira grande crise do petróleo - uma péssima hora para se lançar um carro que fazia médias de 5 km/l na estrada...
Em 1975, o Maverick GT ganhou como opcional o Kit Quadrijet, um carburador de quatro bocas, com comando mais brabo e taxa de compressão mais alta. Era um monstro de 185 cv líquidos e fez muito sucesso nas pistas (especialmente na Divisão 3). Mas raríssimos carros de rua saíram com essa especificação.
Anúncio do GP Enciclopédia do Automóvel, que premiava com um Maverick GT.
No mesmo ano, a Ford começou a fabricar no Brasil o moderno motor OHC de quatro cilindros, 2,3 litros e 87 cv. Tarde demais - a imagem de carro beberrão estava criada... Os Maverick nunca conseguiram ameaçar as vendas do Opala e tiveram sua produção encerrada em 1979, com um total de 108.106 unidades produzidas. Nos anos 80, era comum ver os Maverick abandonados nas ruas, apodrecendo até serem levados para o depósito de lixo. Hoje, contudo, o carro virou objeto de veneração - há até quem peça R$ 100 mil por um GT verdadeiro...

E ESSE FOI O FIM DA HISTÓRIA DO MAVERICK GT E DA SÉRIE "CLÁSSICOS BRASILEIROS". CLIQUE NA ABA "EM BREVE" E VEJA OS PRÓXIMOS ESPECIAIS DO COMDC.

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