terça-feira, 25 de setembro de 2012

Clássicos Brasileiros: Maverick GT - Parte 3

[CONTINUAÇÃO] O carro trazia um pequeno conta-giros em frente ao painel de instrumentos convencional. A alavanca do câmbio de quatro marchas saía do assoalho (enquanto a do Super era na coluna de direção).

Tanto o volante quanto a caixa de direção da versão GT eram diferentes dos usados na Super. Além disso, os bancos dianteiros eram individuais. Mas o principal atrativo do Maverick esportivo estava sob o capô: o motorzão V8 302 (4.950 cm³) importado do Canadá e do México. Rendia 135 cv líquidos e oferecia um mundo de torque ao alcance do pé direito.
Nada demais, apenas um anúncio do Maverick Super Luxo (1974).
O desempenho era considerado ótimo para os padrões brasileiros de então: o GT acelerava de 0 a 100 km/h em 11 segundos e alcançava 175 km/h (ainda que, muitas vezes, o velocímetro otimista indicasse mais de 200 km/h). Tudo isso com funcionamento suave e equilibrado - era possível manter altas velocidades por muito tempo sem cansaço ou risco de quebra.
Interior de um Maverick GT 1973.
DIA 26/09 - PARTE FINAL DA HISTÓRIA DO MAVERICK GT

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