domingo, 2 de setembro de 2012

Clássicos Brasileiros: Ford Escort XR3 Cabrio - Parte 1

A turma da nova geração não pode imaginar o que foi o impacto do lançamento do Ford Escort XR3 conversível no Brasil da década de 80. Fazia muitos anos que um grande fabricante não produzia por aqui carros com capota para abrir nos dias de sol.

Os últimos haviam sido o Willys Interlagos (1962-1966) e o Karmann-Ghia (1968-1971). Desde então, este tipo de produção ficara restrito às marcas nacionais de pequena produção, como a Puma e a Lafer.
A linha Escort começou a ser fabricada no Brasil em agosto de 1983, com um grande leque de opções: da espartana versão L ao hatch esportivo XR3 (sigla de Experimental Research 3, ou Pesquisa Experimental 3).
Além de um motor mais brabo, o carro "de briga" trazia marcantes toques no estilo.
O ponto mais vistoso eram os quatro faróis auxiliares: os de milha, redondos, sobre os para-choques (exclusivos do conversível); os de neblina, retangulares, embaixo. Havia também um grande aerofólio de borracha maleável e rodas de liga leve com um desenho cheio de personalidade.
Traseira do XR3 conversível: [Foto/Divulgação: Garagem do Bellote]
Eis que, no começo de 1985, a Ford deu ao XR3 a opção de carroceria conversível que, imediatamente, tornou-se um sonho de consumo naqueles tempos de mullet, new wave e paletós com ombreiras.

DIA 03/09 - PARTE 2 DA HISTÓRIA DO ESCORT XR3 CONVERSÍVEL

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