quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Clássicos Brasileiros: Chevrolet Chevette GP - Parte Final

[CONTINUAÇÃO] Em vez das faixas na parte inferior das laterais, o carro tinha o capô dianteiro todo pintado de preto. As inscrições GP agora apareciam nos para-lamas traseiros.

Na mecânica, a mesma coisa de sempre - e o carrinho da GM tomava pau do Passat TS e até do pesadão Corcel II GT. Só em 1980 é que o Chevette ganhou uma versão esportiva de verdade - o nome GP, contudo, fora aposentado e o esportivo passou a se chamar S/R. Saía apenas com carroceria hatch, com direito a um pequeno aerofólio traseiro e faixas degradé nas laterais.
O Chevette GP de 1978.
Graças a um virabrequim diferente e novos pistões, a cilindrada subiu para 1,6 litro. Entrou em cena também um carburador de corpo duplo - com tudo isso, a potência subiu para 80 cv. E pensar que essa mecânica já estava pronta desde 1976, mas nunca fora lançada...
Ainda que o desempenho não fosse de tirar o fôlego, o Chevette S/R andava mais do que seu antecessor: ia de 0 a 100 km/h em 17 segundos e alcançava a velocidade máxima de 148 km/h. Na prática, o que o motorista sentia era um motor menos amarrado, logo ao pisar no acelerador.
Painel do Chevette GP II (1977).
Em 1983, o Chevette passou por uma plástica ainda maior, deixando suas linhas mais retas. As versões esportivas, contudo, saíram de cena - a turma que gostava de velocidade tratava de montar em casa seus próprios Chevettes brabos, com motor de Opala...
O Chevette saiu de linha em 1993 e sua versão esportiva virou objeto de coleção. Se o desempenho não era grande coisa, ficou o charme das faixinhas pretas...

Quer saber o que veio anteriormente na história do Chevette GP? Veja aqui:
Parte 1
Parte 2
Parte 3

DIA 23/09 - PARTE 1 DA HISTÓRIA DO MAVERICK GT

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