terça-feira, 3 de agosto de 2010

Mais trote que galope: Parte 2

Faróis de milha e faixas pretas: esportivo no visual

Com 940 kg , o GT pesava até mais que a versão sedã. A suspensão, especialmente em trãnsito urbano, mereceu adjetivos como ''esplêndida'' e ''perfeita'' de Expedito Marazzi, em 1969. ''Arranca rápido quando abre o sinal, breca fácil, tem direção macia (e firme nas altas velocidades), permitindo manobrar sem dificuldade para estacionar e enfrentar o trânsito''. Freios e nível de ruído também agradaram. Para Marazzi, ou a Ford devia chamar o carro de cupê de luxo personalizado ou devia dar-lhe um motor mais forte. Os números, 138,53 km/h de máxima e 0 a 100 km/h em 18 segundos alcançados no teste, mostravam que ele não estava de má vontade.
Na foto, vemos o Corcel GT do médico Sérgio Minervini. A maior satisfação do dono é o carro ter sido fabricado no primeiro dia de produção. ''No começo eram feitos 30 por dia, o meu é o de número 29.'' A pintura é original. O ex-proprietário, o primeiro do GT, colocava óleo ou graxa em partes do motor, caixas de roda, nos cantos do porta-malas, entre outras. Com cerca de 60.000 km, o GT só precisou de revisão de motor e freios, cromagem do para-choque traseiro e pintura das rodas. O ex-dono ainda doou várias peças de reposição.

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