segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Mais trote que galope: Parte 1

A capota de vinil lhe conferia um ar mais luxuoso.

Um ano depois do lançamento do compacto Corcel, em 1969, a Ford percebeu a oportunidade de ampliar a família e se aproximar do público que sonhava com mais esportividade. Sonhar é um termo bastante adequado, pois a versão GT muito mais sugeria que propriamente entregava, em termos de desempenho. Carburador Solex de corpo duplo, válvulas maiores, novos coletores de admissão e escape elevavam a potência do quatro-cilindros e 1,3 litro de 68 para 80 cv. Não é nada, eram 12 cavalinhos de reforço para aumentar o ânimo da tropa.
O GT diferia dos demais cupês da linha Corcel por ter faixa negra na grade, capô, laterais e traseira, faróis de milha e bancos reclináveis. Vinha com teto de vinil e painel completo. O volante era do Willys Itamaraty, mas com um aro da buzina imitando madeira e distintivo GT. A cor do estofamento variava com a cor do carro - preto, marrom-claro ou vermelho. Rádio de cinco faixas , ventilador, cintos de segurança e pneus com faixa branca eram opcionais.

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