sábado, 28 de agosto de 2010

Essa Idea da Fiat é boa

''A Idea é outra''

A minivan Idea, da Fiat, passou por reestilização para estrear os novos motores da família E.torQ, que já chegaram a outros modelos da marca, como o Palio, Punto, Doblò, Siena e Strada.

De design, a Idea ganhou frente totalmente nova. Destaque para os faróis inclinados com dupla parábola e que invadem o paralamas. O capô tem dois vincos profundos em forma de V e a grade foi redesenhada.

Na traseira, as lanternas reestilizadas ganharam luzes de LEDs. A tampa do porta-malas também mudou e a área envidraçada vai até a extremidade da carroceria. A maçaneta de abertura da tampa deu lugar a um pequeno recorte e a placa foi para o para-choque.

Nas laterais, a novidade fica por conta dos espelhos retrovisores, que ficaram maiores e receberam indicadores de direção com LEDs. As saias também se destacam.

A família Idea agora conta com quatro versões de acabamento, cada uma com suas peculiaridades. As versões ELX e HLX deixam de existir e dão lugar à Attractive, Essence e Sporting, alinhando a minivan à nomenclatura dos modelos da marca.

A de entrada é a Attractive, com o antigo motor 1.4 litros (não é o mesmo do Uno), direção hidráulica, vidros dianteiros e travas elétricos, computador de bordo e volante e banco do motorista com ajuste de altura.

Ainda de série, a Attractive vem com grade frontal cromada, maçanetas e retrovisores externos na cor do carro, limpador traseiro com acionamento automático à ré, sistema Follow Me Home, banco traseiro bipartido e apoios de cabeças traseiros com regulagem de altura.

Já a versão Essence estreia o motor E.torQ de 1.6 litros 16V, que gera 117 cv. O modelo vem com os mesmos itens de série da Attractive, mas conta com opcionais como bancos de couro, airbags laterais, teto solar, sensores de chuva e subwoofer.

A versão esportiva topo de linha Sporting tem motor 1.8 litros 16V, que gera 132 cv de potência, e vem de fábrica com saias aerodinâmicas, aerofólio, rodas de liga-leve escuras aro 16, ar-condicionado, faróis com máscara negra, rádio MP3 e retrovisores elétricos. Como opcional oferece freios ABS e sensor de ré.

Por fim, a versão aventureira Adventure tem faixas lateria redesenhadas, novas molduras para o paralamas, inscrição do modelo na grade cromada e vem com todo o conteúdo da Sporting mais airbag duplo, ABS, barras no teto, bússolas, inclinômetros, protetor de cárter, alémd e volante de couro e bloqueio diferencial Locker como opcionais.

Todas as versões, menos a Attractive, oferecem câmbio automatizado Dulalogic como opcional.

Confira os preços da Idea 2011:

Idea Attractive 1.4: R$ 43.590
Idea Essence 1.6 16V: R$ 45.610
Idea Essence 1.6 16V Dualogic: R$ 47.720
Idea Sporting 1.8 16V: R$ 54.280
Idea Sporting 1.8 16V Dualogic: R$ 56.390
Idea Adventure 1.8 16V: R$ 56.900
Idea Adventure 1.8 16V Dualogic: R$ 59.010

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

1 ano de Conheça o Mundo dos Carros !


O Conheça o Mundo dos Carros foi criado em 25 de agosto de 2009, para os visitantes ficarem sabendo um pouco mais sobre o mundo do carro. No começo, era apenas um blog ruim, todo azul, e os textos eram mal escritos. Em 2009, tivemos 15.745 visitas em nosso blog, nada mal para um blog que tinha apenas 4 meses. No começo do ano, entre janeiro e maio, o nosso blog teve o primeiro concurso, Os carros mais feios do Mundo. A enquete teve 10 carros que já eram feios. Ela começou com 10 carros nas Eliminatórias, 5 nas Quartas de Final, 3 na Semi-Final e 2 na Final. O vencedor sai no dia 31 de maio de 2010, e foi o Fiat Multipla, que ganhou do Reliant Robin. O blog evoluiu ainda mais, fez postagens sobre o Novo Uno, mudamos de Template, e aumentamos o número de visitas para 43.000. Tivemos ao longo de 1 ano, média de mais de 90 países do mundo todo. O Conheça o Mundo dos Carros vai evoluir ainda mais e ter, quem sabe, 100.000 visitas em 2011?

sábado, 7 de agosto de 2010

Quem é quem

Palio Fire G3
Palio Fire G4

Ao misturar gerações e até modelos, o ranking de vendas pode mais confundir que esclarecer

Apesar do mesmo nome, o Gol novo e o antigo são completamente diferentes. Por isso, uma olhada no ranking de vendas cria uma pergunta inevitável: quanto vende cada um deles? Pior é o caso de Chevrolet Classic e Corsa Sedan, que nem o mesmo nome têm, mas que na classificação da Fenabrave (federação das concessionárias) são unificados. Para descobrir quem tem a preferência do consumidor, a Jato Dynamics fez um levantamento do mercado no primeiro trimestre deste ano.
O caso mais surpreendente é o do Fiat Palio. Entre janeiro e março deste ano, foram vendidas 75.546 unidades. O Palio Fire teve 70,5 % das vendas, e o Novo Palio 29,5 %. O Classic, geração anterior do Corsa Sedan teve 77,2 %, o Corsa Sedan 22,8 %. O Novo Gol teve 71,2 % e a Geração 4 teve 28,8 %. Na Mitsubishi é mais complicado. A linha Pajero é formada por quatro carrocerias diferentes. O TR4 teve 59,9 %, seguido pelo Sport com 21,3 %, a Full com 11 % e em último a Dakar que tem design mais moderno, com 7,8 %. Na picape L200, a situação é mais equilibrada, com 55,6 % das vendas para a versão antiga e 44,4 % para a nova Triton. Segundo especialistas de mercado, a preferência recai sobre os ''velhinhos''.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Família Corcel

Lançado inicialmente como um sedã 4 portas e a seguir como um coupé (em 1969), o carro foi bem aceito quando de sua estréia em 1968. O espaço interno e o acabamento chamavam a atenção, e as inovações mecânicas eram muitas, bem mais do que o seu concorrente direto, o VW 1600.
No final de 1977 chegava às ruas o novo modelo: o Corcel II. A carroceria era totalmente nova, com linhas mais retas, modernas e bonitas. Os faróis e as lanternas traseiras, seguindo uma tendência da época, eram retangulares e envolventes.
Del Rey foi um sedan de luxo da Ford lançado em 1981, já como modelo 1982, e descontinuado em 1991, tendo sido substituído pelo Versailles.
A Ford Belina foi um automóvel fabricado pela Ford, na versão station-wagon, lançada em 1970 e descontinuada em 1991, tendo sido substituído pelo Ford Royale. Pertencia à família Corcel.Ford Pampa foi uma picape fabricada pela Ford do Brasil entre 1982 e 1997. A Pampa era baseada na segunda geração do Corcel e foi apresentada no Salão do Automóvel de 1982, feita para concorrer com o Fiat Fiorino (picape).

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Mais trote que galope: Parte Final

Corcel GT
Corcel II GT
Escort XR3


Comparado ao VW Passat TS e ao Chevrolet Chevette GP, o Ford ficou em segundo ao acelerar de 0 a 100 km/h em 18,62 segundos e em último na velocidade máxima, 137,9 km/h. O Passat venceu o desafio com folga. Para 1978, o novo Corcel II GT não trouxe mudanças mecânicas radicais. Ele abriria caminho para o Escort XR3 nos anos 80. Se o Corcel GT só foi esportivo na aparência, ao menos ele foi o mais rápido ao inaugurar o segmento das versões esportivas de compactos nacionais.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Mais trote que galope: Parte 3


Para 1971, o capô do GT ganhou ressalto central com tomada de ar e era todo preto. Os faróis de milha vinham integrados à grade. As faixas laterais ficaram mais curtas e ganharam um ornamento cromado nos para-lamas traseiros, sugerindo uma saída de ar. As lanternas retangulares duplas lembravam as do Mustang. Motor mais potente, só em 1972. Com 1,4 litro e 85 cv, já fazia ultrapassagens em quarta. Em 1973, frente e traseira foram redesenhadas, assim como as faixas negras no capô liso e nas laterais. Os faróis eram mais fundos, as lanternas retangulares e o volante com raios em forma de cálice.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Mais trote que galope: Parte 2

Faróis de milha e faixas pretas: esportivo no visual

Com 940 kg , o GT pesava até mais que a versão sedã. A suspensão, especialmente em trãnsito urbano, mereceu adjetivos como ''esplêndida'' e ''perfeita'' de Expedito Marazzi, em 1969. ''Arranca rápido quando abre o sinal, breca fácil, tem direção macia (e firme nas altas velocidades), permitindo manobrar sem dificuldade para estacionar e enfrentar o trânsito''. Freios e nível de ruído também agradaram. Para Marazzi, ou a Ford devia chamar o carro de cupê de luxo personalizado ou devia dar-lhe um motor mais forte. Os números, 138,53 km/h de máxima e 0 a 100 km/h em 18 segundos alcançados no teste, mostravam que ele não estava de má vontade.
Na foto, vemos o Corcel GT do médico Sérgio Minervini. A maior satisfação do dono é o carro ter sido fabricado no primeiro dia de produção. ''No começo eram feitos 30 por dia, o meu é o de número 29.'' A pintura é original. O ex-proprietário, o primeiro do GT, colocava óleo ou graxa em partes do motor, caixas de roda, nos cantos do porta-malas, entre outras. Com cerca de 60.000 km, o GT só precisou de revisão de motor e freios, cromagem do para-choque traseiro e pintura das rodas. O ex-dono ainda doou várias peças de reposição.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Mais trote que galope: Parte 1

A capota de vinil lhe conferia um ar mais luxuoso.

Um ano depois do lançamento do compacto Corcel, em 1969, a Ford percebeu a oportunidade de ampliar a família e se aproximar do público que sonhava com mais esportividade. Sonhar é um termo bastante adequado, pois a versão GT muito mais sugeria que propriamente entregava, em termos de desempenho. Carburador Solex de corpo duplo, válvulas maiores, novos coletores de admissão e escape elevavam a potência do quatro-cilindros e 1,3 litro de 68 para 80 cv. Não é nada, eram 12 cavalinhos de reforço para aumentar o ânimo da tropa.
O GT diferia dos demais cupês da linha Corcel por ter faixa negra na grade, capô, laterais e traseira, faróis de milha e bancos reclináveis. Vinha com teto de vinil e painel completo. O volante era do Willys Itamaraty, mas com um aro da buzina imitando madeira e distintivo GT. A cor do estofamento variava com a cor do carro - preto, marrom-claro ou vermelho. Rádio de cinco faixas , ventilador, cintos de segurança e pneus com faixa branca eram opcionais.

domingo, 1 de agosto de 2010

Revolução à bala: Parte Final


Em 1952, centenário da ex-fabricante de carroças Studebaker, a sensação era o novo cupê hardtop, o Starliner, que perdia o ''bullet nose''. Foi o último ano dessa inovadora geração, antes de a linha 1953 criada por Raymond Loewy conseguir mais uma vez levar o design automotivo bem adiante. Com a linha de 1947 a 1952, a Studebaker libertou o automóvel de vez das influências estéticas vindas das carruagens e deu a ele a essência da forma do que ele é hoje.

Revolução à bala: Parte 2


Em 1949, a concorrência enfim renovou suas linhas, o que fez a Studebaker atualizar o visual no ano seguinte. Acima da grade bipartida inferior, Bourke criou um desenho inspirado numa turbina de avião, mas o miolo em forma de ogiva ganhou o apelido de ''bullet nose'' (nariz-bala).
O carro da foto é um Champion Regal Starlight 1951. Nele, sobra espaço para cinco. Os encostos de braço laterais de trás basculam revelando dois porta-objetos. O câmbio não sincronizado pede perícia para as trocas. Sobra vigor em primeira, mas a terceira termina antes do motor. Com 85 cv, ele responde com alguma demora e carece de potência em subidas. Os freios respondem rápido, sem travar ou trepidar. Já a maciez da suspensão absorve quase tudo.

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