quarta-feira, 21 de julho de 2010

Paisagem do país: Parte 4

O motor 153, muito vibrante (no mau sentido), deu lugar ao 151, também de quatro cilindros.
A primeira grande plástica estética aconteceu no modelo 1975 - além da grade inteiramente nova, o carro tinha como característica as quatro lanternas traseira redondas. No embalo, chegou a caminhonete Caravan - que, apesar de familiar, tinha apenas duas portas.
Os SS ficavam cada vez mais potentes: em 1976, vinha o motor 250-S, de 151cv brutos, que permitia ao Opala chegar bem próximo dos 200km/h.
Esse apelo esportivo viria a ser definitivamente consagrado com o início do campeonato de Stock Car, em 1979 - durante muitos anos, exclusivo para o Opala. Não faltavam eram preparações para o motor ''seis em linha''.
Em 1980, uma nova plástica e o Opala se adaptava à moda das linhas retas, como faróis e lanternas traseiras retangulares. Vieram ainda os pneus radiais e o motor quatro cilindros a álcool.
Já fazia algum tempo que o modelo tinha a opção de câmbio automático. A essa altura, existiam as versões Comodoro (intermediária) e Diplomata (topo de linha) - este Opala luxuoso, aliás, era o favorito dos altos escalões do governo.

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